segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O FEIJÃO

Um homem tinha verdadeira paixão por feijão, mas ele lhe provocava muitos gases, criando situações embaraçosas.

Um dia ele conheceu uma garota

e se apaixonou.

Mas pensou:

Ela nunca vai se casar comigo

se eu continuar desse jeito.

Então fez um sacrifí­cio enorme

e deixou de comer feijão.


Pouco depois os dois se casaram.
Passados alguns meses, quando ele voltava para casa,

seu carro quebrou.


Ele telefonou para a esposa

e avisou que ia chegar mais tarde,

pois voltaria a pé.

No caminho de volta para casa,

passou por um restaurante

e o aroma maravilhoso do feijão lhe atingiu em cheio.

Como ainda estava distante de casa,

pensou que qualquer efeito negativo

passaria antes de chegar.

Então entrou e comeu três pratos fundos de feijão.


Durante todo o caminho de volta para casa,

foi peidando, feliz da vida.

E quando chegou já se sentia bem melhor.

A esposa o encontrou na porta e parecia bastante excitada.

Ela disse:

'Querido, o jantar hoje é uma surpresa.'

Então ela lhe colocou uma venda nos olhos

e o levou até a mesa, fazendo-o sentar-se na cabeceira.

Nesse momento, aflito, ele pressentiu

que havia um novo peido a caminho.


Quando a esposa estava prestes a lhe remover a venda,

o telefone tocou e ela foi atender,

mas antes o fez prometer,

que não tiraria a venda enquanto não voltasse.

Ele, claro, aproveitou a oportunidade.

E, assim que ficou sozinho,

jogando seu peso para apenas uma perna,

soltou um senhor peido.

Não foi apenas alto,

mas também, looongo e pi.co.ta.do.

Parecia um ovo fritando.

Com dificuldade para respirar, devido a venda apertada,

ele tateou na mesa procurando um guardanapo

e começou a abanar o ar em volta de si,

para espantar o cheiro.


Mas, logo em seguida, teve vontade de soltar outro.

Levantou a perna e...

RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!!...

Esse, então, soou como um motor a diesel pegando

e cheirou ainda pior!...


Esperando que o odor se dissipasse,

ele voltou a sacudir os braços e o guardanapo,

frenéticamente, numa animada e ridí­cula coreografia.


E quando pensou que tudo voltaria ao normal,

lá veio a vontade outra vez.


Como ouvia a mulher, lá dentro,

continuando a falar no telefone, não teve dúvidas:

jogou o peso sobre a outra perna e mandou ver.


Desta vez merecia medalha de ouro na categoria.


Enxofre puro.


As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu,

e em dez segundos as flores no vaso sobre a mesa

estavam todas mortas.


Ouvido atento a conversa da mulher no telefone,

e mantendo a promessa de nãoo tirar a venda,

continuou peidando e abanando os braços

por mais uns três minutos.

Quando ouviu a mulher se despedir no telefone,

já estavatotalmente aliviado.


Colocou o guardanapo suavemente no colo,

cruzou as mãos sobre ele e chegou a
sorrir vitorioso, estampando no rosto

a inocencia de um anjo.


Então a esposa voltou a sala,

pedindo desculpas por ter demorado tanto ao telefone,

e lhe perguntou se ele havia tirado a venda

e olhado a mesa de jantar.


Quando teve a certeza de que isso não havia acontecido,

ela própria lhe removeu a venda e gritou:


'SURPRESAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! '

***

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*

*'E ele, finalmente,

deu de cara com os doze convidados

sentados a mesa
para comemorar seu aniversário de casamento!!!!!!!!!!!!!!!!

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